Desde sua fundação, as inovações realizadas pelo Ballet Stagium estenderam-se além de sua linguagem contemporânea.
A companhia inovou realizando aula-aberta no palco, quando da chegada do público ao teatro.
Utilizando de linólio forrando o piso, ainda desconhecido no Brasil. Elaboração de trilhas sonoras mixando músicas eruditas e populares.
Criando curso intensivo de férias com frequência de estudantes e bailarinos de todo o brasil. Na divulgação, elaborou cartazes, adesivos e camisetas.
Sendo a primeira companhia de ballet profissional brasileira a desfilar em escolas de samba (Nenê da Vila Matilde e Padre Paulo, de Santos).
Mapeando todo o país com seus espetáculos, dançando em capitais, cidades do interior, favelas, praças públicas, territórios, hospitais, prisões, ginásios. No meio da rua, em igrejas, em mosteiros, em fábricas, no hangar da Varig, em musesus, no ambulatório do Hospital das Clínicas, nas unidades da Febem, em escolas de periferia.
Conviver durante uma semana e apresentando-se para 11 tribos indígenas do Alto e Baixo Xingu, no Posto Leonardo.
Fazendo espetáculos inusitados no Pantanal, Serra Pelada, Carajás, Favala da Rocinha e Largo da Carioca.
Percorrendo todo o Rio São Francisco (e Pirapóra à Juazeiro, Bahia), à convite de Paschoal Carlos Magno, em 1974, dançando sobre um tablado montado no convés da Barcaça Juarez Távora.
Realizando, no dia 25 de janeiro, aniversário de São Paulo, espetáculo memorável sobre um palco flutuante no Lago do Ibirapuera.
Realizando longas temporadas no mesmo teatro, quebrando tabus.
Mantendo os projetos de Dança como Integração Social: Dança à Serviço da Educação, Projeto Escola Aberta, Projeto Professor Criativo, Projeto Capoeira, Projeto Joaninha, Projeto Dança de Rua e Projeto Capoeira (ambos nas unidades da Febem).